ESCULTURA E JACARANDÁ DA BAHIA j
De Euflavio Gois. feita em 2013.-SP
Meus trabalhos são peças únicas, feitas com galhos, e como galhos não são iguais as peças também não são. é um trabalho conjunto eu e a natureza. A natureza me dá 50% do trabalho, porque eu uso contornos dos galhos para fazer os movimentos das esculturas. My works are unique pieces, made of twigs, and branches are not as equal parts are not. is a joint effort and I nurture. Nature gives me 50% of the work, because I use outlines of the branches to make the movements of the sculptures.
terça-feira, 11 de março de 2014
sexta-feira, 7 de março de 2014
Titulo:''SETE DICIONÁRIOS ''
Nesse poema eu faço uma brincadeira com nossa rica língua
Portuguesa.
Acabou sendo um dos mais ricos poemas do meu repertório.
Dissolvi em agua limpa,
sete dicionários,
já que a inspiração não vinha?
tomei agua de letrinhas,
de ponto de exclamação,
de vírgula, de ponto e vírgula,
de dois pontos, travessão.
Til, circunflexo e crase.
Ponto de interrogação,
assento agudo, ponto final.
Vou tomar mais um pouquinho.
Quero escrever sobre a bíblia.
Sobre Anjos, sobre Deus.
Sobre Padres, sobre Bispos.
Sobre o Papa, São Francisco de Assis.
Escrever sobre a musica,
os campos, as campinas
todas cobertas de flores.
No Nordeste, falar das praias,
dos coqueirais, das estrelinhas no céu.
Sobre os bichos, os pássaros,
as borboletas, o beija flor, as abelhas.
Falarei sobre a África...
Sobre o Negro. O Brasil...
Escrever sobre a arte, a poesia.
Vou tomar um pouco d´agua,
para falar sobre o amor.
Há, sobre o amor.
Sentimento que nos
movem e nos removem.
Como é lindo esse tal de amor.
Falar da musica, das cores.
Falar do vento, da chuva.
Falar do Sol e das flores.
Que graça teria a vida,
sem as cores, sem a musica,
Sem o Vento, sem a Chuva, sem o Sol.
Sem as flores, sem amores.
Agora vou ler um pouco,
para depois ir dormi.
FIM.
Autor: Euflavio G. Lima.
Em Jan.De 2014-SP-Brasil.
Esse Poema quero dedicar a memoria de minha Mãe
Donata Gois.
Jesuíno O. Lima. Meu Pai.
Portuguesa.
Acabou sendo um dos mais ricos poemas do meu repertório.
Dissolvi em agua limpa,
sete dicionários,
já que a inspiração não vinha?
tomei agua de letrinhas,
de ponto de exclamação,
de vírgula, de ponto e vírgula,
de dois pontos, travessão.
Til, circunflexo e crase.
Ponto de interrogação,
assento agudo, ponto final.
Vou tomar mais um pouquinho.
Quero escrever sobre a bíblia.
Sobre Anjos, sobre Deus.
Sobre Padres, sobre Bispos.
Sobre o Papa, São Francisco de Assis.
Escrever sobre a musica,
os campos, as campinas
todas cobertas de flores.
No Nordeste, falar das praias,
dos coqueirais, das estrelinhas no céu.
Sobre os bichos, os pássaros,
as borboletas, o beija flor, as abelhas.
Falarei sobre a África...
Sobre o Negro. O Brasil...
Escrever sobre a arte, a poesia.
Vou tomar um pouco d´agua,
para falar sobre o amor.
Há, sobre o amor.
Sentimento que nos
movem e nos removem.
Como é lindo esse tal de amor.
Falar da musica, das cores.
Falar do vento, da chuva.
Falar do Sol e das flores.
Que graça teria a vida,
sem as cores, sem a musica,
Sem o Vento, sem a Chuva, sem o Sol.
Sem as flores, sem amores.
Agora vou ler um pouco,
para depois ir dormi.
FIM.
Autor: Euflavio G. Lima.
Em Jan.De 2014-SP-Brasil.
Esse Poema quero dedicar a memoria de minha Mãe
Donata Gois.
Jesuíno O. Lima. Meu Pai.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
''SORRIZO TRISTE''
Olá tristeza!
como vai?
Sorria tristeza,
nem que seja...
um sorrisinho triste.
Só essa vez,
você vai gostar.
Vamos brincar o carnaval!
A alegria esta ali sorindo,
então sorria também,
vamos vou fazer
cosquinhas em você.
FIM.
Poema de jan de 2014.SP
Autor :euflaviomadeirat.
como vai?
Sorria tristeza,
nem que seja...
um sorrisinho triste.
Só essa vez,
você vai gostar.
Vamos brincar o carnaval!
A alegria esta ali sorindo,
então sorria também,
vamos vou fazer
cosquinhas em você.
FIM.
Poema de jan de 2014.SP
Autor :euflaviomadeirat.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Dia de Sabado. Esmolé.
A feira, muita gente de fora, das roças.
De outras praças, muita presa.
Poucas preces.
Cantavam assim um grupo de esmole
vindo do sertão pé no chão,
cuia na mão, pandeiro e viola cantava...
Cantavam assim eu me lembro pequeno
boca suja de manga pegada no chão.
Oh mãe, oh mãe! oh mãe oh mãe mãhe,
meu filhi tá chorando vou ver mamãe.
Meu senhor, minha senhora,
eu vou ver...
Meu senhor, minha senhora
por favor me dê uma esmola. Bis...
''Num ritmo frenética aquela família cantava.
nem sonhava que ali estava aquele menino
esperto ouvindo querendo chora. I ia 60
se lembra e aqui contar.'' Valeu Euflaviomadeirart.
Autor: Euflavio Gois Lima.
BASEADO EM FATOS REAIS.
De outras praças, muita presa.
Poucas preces.
Cantavam assim um grupo de esmole
vindo do sertão pé no chão,
cuia na mão, pandeiro e viola cantava...
Cantavam assim eu me lembro pequeno
boca suja de manga pegada no chão.
Oh mãe, oh mãe! oh mãe oh mãe mãhe,
meu filhi tá chorando vou ver mamãe.
Meu senhor, minha senhora,
eu vou ver...
Meu senhor, minha senhora
por favor me dê uma esmola. Bis...
''Num ritmo frenética aquela família cantava.
nem sonhava que ali estava aquele menino
esperto ouvindo querendo chora. I ia 60
se lembra e aqui contar.'' Valeu Euflaviomadeirart.
Autor: Euflavio Gois Lima.
BASEADO EM FATOS REAIS.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
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