sábado, 31 de janeiro de 2015

''CANUDOS''

e

''CANUDOS ''

CANUDO TRABALHO EM HOMENAGEM A ANTONIO CONSELHEIRO E SEU BRAVO POVO.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

sem titulo

RECENTE TRABALHO DE EUFLAVIO GOIULO E UM MODOLO EM Mdeira de poda da Prefeitura de São Paulo. serve para decoração. de lojas´etc.

''SEM TITULO''

TRABALHO EM ENTALHE DE Euflavio Gois.
2015SP

GALOPA.

PLAINA DE MAIS DE 100 ANOS ESTOU DECORANDO COM . Já faz pare das minhas ferramentas essenciais,  ADQUIRIDA EM 2015 SP.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Frank e seus amigos extra terreno
numa tarde de calor.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

'' VOZ ''

Não tenho pão!
Não tenho voz,
não tenho vez.
Mas tenho chão.
Não tenho sim.
Tenho o não.
Mais não sei usar...
Tenho na mão um violão.
Tenho no peito uma coração,
no coração uma canção.
Quero cantar, quero cantar!
mais não tenho voz.
Cantar a vida.
Cantar o amor.
O amor encanta!
      
      FIM.

Autor:Euflavio Gois
em 2011-SP Brasil.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Mais um da serie ''POVOS DAS AMÉRICAS''

ESSA TELA É MUITO ADMIRADA POR TODO QUE A VER. SÃO NOVE TEL DESSAS COM MAIS OU MENOS 1400 ROSTINHOS.

De EUFLAVIO GOIS.
DE 2014-SP

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

TITULO '' CARAMURU ''

Escultura de sucupira madeira do Brasil encontrada no nosso Nordeste. de EUFLAVIO GOIS  TEL 011 20354239.
CONTACTO. FEITA EM 2014.

'' ROMARIA ''

Fim de junho eu via aquele povo de fé
arrumar seus quase nada
pra botar seu pé na estrada,soa de f
aquele povo de fé.
Chapéu de palha forrado de pano branco,
fita verde de romeiro.
Aquele povo de fé!
Cacaio bem arrumado pra muitas coisas caber,
uma mudinha de roupa da missa, pra missa do dia seis,
uma tigela de barro cozido, um caneco, uma colher.
Franciscana, um terço no pescoço, um folheto de cordel.
Vamos promessas pagar...


Viaje longa de ida,
mais longa ainda de volta,
com os pés ensanguentados,
aquele povo de fé.
Me lembro ainda muito bem,
saída, da chegada, aquela estrada sem fim.
Aquela estrada sem fim e aquele povo de fé.
Um Sol bem brasileiro , bem sertanejo,
que já nascia retado, esquentado num sabe?
Era de sete a dez o rebanho de romeiro.
Aquele povo de Deus.


Contava a finada Bibiana uma octogenária,
mulher do século dezoito, uma pessoa de fé.
Contava Dona Biana que a Onça Pintada comia
muitos romeiros naquele mundo de Deus.
chapéus sem forro, sem fita era encontrado sem dono.
Os romeiros, as rameiras entravam no mato
pra fazer o que era pra fazer não voltavam nunca mais.
O grupo voltava quebrado, voltava faltando um.
Chapéu sem fita , sem forro branco era encontrado depois
no grande arreião de Bom Jesus da Lapa, na Lapa de Bom Jesus.

                     
                                FIM.

Autor: Euflavio Gois
São Paulo-BR
2015 

















sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Os primeiros encantos e desencantos.

O que é o medo? assim como a dor, são nossas amigos  protetores do nossos corpos. Lembranças importantes da minha infância estão sobrevoando as paisagens da minha vida, dos três até os seis
anos de idade, acho os anos mais importantes na formação do indevido. Vou procura aqui trazer com riqueza de detalhes o que foram esse anos ate os sete pra mim. Me vejo descendo uns oito degraus da casa em que nasci. Sim por quer antigamente as crianças nasciam em casa,  o pai ia buscar a parteira da família que vinha e pegava a cria e soltava no mundo e ainda sugeria o seu nome. Era sempre um senhora de muita idade, a que eu me lembro que pegou os meus irmãos mais novos, se chamava sinhá  Miuda, era uma negra velha filha de escrava. Essa parteira pegou os meus irmãos mais novos. Minha mãe falava muito da ''sinhá Olinda ''me pegou foi minha parteira, ai foi em Sergipe.
Sim voltando lá nos oito degraus. Minha mãe contava essa história ate outro dia antes de ir embora, de vez em quando eu encontrava ela contando essa história, que eu engatinhando desci a escada de casa, atravessei a rua de terra cheia de carros de bois transitando carregados de lenha para abastecer as caldeiras das fabricas de tecido, que ficava na minha rua, pra ir na venda de Dona Francisquinha atraz de queimado, um doce que tinha na época. Minha mãe contava. Lembranças importantes passeiam por minha cabeça como o primeiros medos, os primeiros sabores, os primeiros, as primeiras alegrias, as primeiras tristezas as primeiras dor. A primeira dor foi a dor de ouvido, era uma dor terrível. primeira alegria quando tio Américo aparecia na nossa casa e dava pra cada um uma moedinha de dois tostões moeda da época. isso eu devia ter três anos de idade. primeira tristeza quando eu perdia meu bico, bico pra quem não sabe o que é, é chupeta. Primeiro sabor que eu senti foi o sabor de hortelã tenho certeza disso. Primeiro medo, medo de velho. A primeira coisa bela que eu notei foi uma cobra, ela estava em forma de rodilha  e eu a vi e gritei olha mamãe que bonito! era um jaracuçu malha de sapo muito abundante lá na Bahia  minha mãe olhou e quando viu o que era deu um grito que me congelou: ISSO É UMA COBRA MENINO!!!!!!! é por isso que eu sempre falo ; eu sou um iluminado de lembrar de tudo isso. e muito mais curiosidade. A cobra sempre esteve presente na minha infância, uma vez minha mãe descobriu  uma passeando na borda da minha rede. foi uma loucura, mobilizou a rua toda para matar essa cobra fora o grande grito que ela deu. Aprender a nadar, andar de bicicleta, aprender a ler,  o sorriso é uma das coisas mais espetacular do ser humano. A amizade é também uma das melhores coisas. o amigo é a única coisa que substitui o irmão. A primeira namorada é inesquecível, a descoberta do amor mexe muito com o ser humano você parece que não vai resistir é muita pressão na alma, e no coração



                                           FIM.

Autor; Euflavio Gois.
2015-SP.