Estradas Reais Livro Revista. 12, 13.
PREFACIO...
PG. 30, 31.
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Meus trabalhos são peças únicas, feitas com galhos, e como galhos não são iguais as peças também não são. é um trabalho conjunto eu e a natureza. A natureza me dá 50% do trabalho, porque eu uso contornos dos galhos para fazer os movimentos das esculturas. My works are unique pieces, made of twigs, and branches are not as equal parts are not. is a joint effort and I nurture. Nature gives me 50% of the work, because I use outlines of the branches to make the movements of the sculptures.
LIVRO Revista: Estradas Reais.
INTRODUCÃO.
Eu sempre achei que podia escrever um Livro, pela minha experiência de vida, pelas facilidades que sempre encontrei, na condução da minha vida, no lidar com o desconhecido até dominar na medida do possível, pelas amizades que fiz e que ainda faço. Pelo meu sorriso fácil, em fim pela coragem e determinação. Venho de um povo de caráter forte e verdadeiro, de um povo original. Talvez não seja tão original, não sei. Não sei como os meus antepassados foram para nas bandas de Sergipe no fim do século 17 e inicio do 18 não fizeram o que estou fazendo, não relataram sua história. O fato é que estou aqui. Bem aqui, trago para os leitoras que por ventura, ou não sei por quer caras d'agua vierem ler esse livro encontrara muita poesias, muitas memórias, muita arte e muitas conversas de Bar. Acredito nesse livro na narrativa desse livro em forma de REVISTA. Bem Tenho pouquíssimas informações sobre o meu povo Europeus. Mais herdei espirito aventureiro do meu povo, do povo do meu pai. Meu pai nunca me falou e nem pra ninguém que eu conheço sobre os seus antepassados. OS antigos não gostavam de ver meninos por perto de onde eles conversavam, se o menino ficavam por perto ouvindo eles escorraçavam, por que os pais deles também tinham feito a mesma coisa com eles, ou pior. Nunca fiquei sabendo o que o pai do meu pai fazia, ou deixava de fazer, do que viviam? O que o meu pai fazia eu sei. O meu pai era carpinteiro, tinha a Arte de Carpina. Talvez o seu pai fosse também Carpina. ''Não sei do que o pai do meu pai vivia eles não deixavam agente ouvir as conversas deles.'' O pai do meu pai acho que morreu muito nova, provavelmente mais novo doque meu pai. A mãe meu pai não conheceu, foi criado por madrastra. O que fazia um Carpina? O carpina fazia curral, telhado de casa de fazenda, barcaça de secar cacau, fazia cancelas, coxos de fermentação e outros utensílios de barcaças, fazia carros de Bois. Eu tento na Arte e na Poesia. Meu pai era um ótimo carpinteiro, era muito inteligente, aprendeu a ler sem nunca ter ida a Escola.
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Estradas Reais.
Livro Revista.
Me deu o potencial que tenho. Devo a ele pela honestidade que tenho e estou honrando por ser seu filho, aprendi criar os meus filhos com ele. Eduquei os meus filhos com um olhar, sem uso de força, eu sabia dirigir o meu olhar para eles e ele intendiam, também usava muito o silencio dirigido. Para mim sempre será fácil escrever, falar, sempre tive facilidade em usar a palavra. Alguns trechos das minhas viagens ao Ouro me emocionavam mais doque outros. Eram 39 km de emoções, de subidas e descidas de serras, para um menino como eu isso era belo, era vida, sempre com alegria no coração eu fazia, lembrava de tudo, dos meus dias e noite, não pensava em nada que não fosse positivo. Adorava a chegada , assim como a partida. Na cabeça eu ia pensando: O que vou fazer quando chegar em casa? o que vou fazer sábado, há vou fazer isso, vou fazer aquilo e aquilo outro e fazia tudo que eu programava fazer. Amava a feira, amo ainda! Era muitas coisas para pensar e pensava: Será que tem alguma jaca madura no pé lá no alto da veia Maria? ai só indo lá ver kkk, vou tosquiar uma pedras no rio ver se pego alguns camarões ou ate Pitu. No sábado pegava o meu carrinho e ia pra feira, antes tomava um caneco de café com farinha e saia pra feira, tinha que garantir a entrada do cinema isso era sagrado. O cinema para min era uma especie de Universidade, a universidade do conhecimento. Pensava o tempo todo na menina que sorrio pra mim. Pensava em fugir com a menina, pensava onde ir com ela, se o pai dela fosse atras de nós, fazer nos casar. Mais eu sabia que isso não era possível, por que eu sabia que eu era feio de mais da conta. Sabia que não ia fazer sucesso, sabia que não ia ganhar dinheiro, minha casa ia ser sempre uma casinha, não ia ter acesso bons restaurantes, nem passagem de avião, navio, eu jamais iria conhecer o mundo. Lia sobre os grandes artistas, das décadas de 40 e 50, Pablo Picasso, Portinari, Vila Lobos, meus olhos brilhavam, ouvia falar em Di Cavalcante Baiano sim senhor. sou de uma geração da Guerra, da Segunda guerra Mundial. Ouvia falar no radio das das pessoas de sucesso da época, das praias de Copacabana, me estremecia.
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O Rio para mim era com Paris, como Londres, e eu tão pequeno pensava, eu tinha a mente grandiosa, por causa do cinema. Na escola eu era um fiasco, não tinha sequencia os meus anos na escola eram uma sequencia de repetição. O meu pai que não tinha ido a escola, não se incomodava em fazer nós faltar na escola, nossa geração foi prejudicada, pela falta de cultura, pobres não precisava estudar, os futuros trabalhadores não precisavam estudar, dai com a chegada das grandes industrias Multinacionais vieram as exigências de trabalhadores com curso, com ensino médio, obrigando os governos trazerem para todos ensino publico. Depois Universidade Publicas, A USP a mais conhecida, a mais preconceituosa, com todos os filhos de papai, com os bolsos cheios de dinheiro e os seus filhos estudando de graça. fazendo os melhores cursos. Eu todo ano recomeçava de novo o quarto ano primário. O meus anos escolares foram lamentáveis. Um dia Deus vai olhar para os pobres do mundo. Mais também eu penso que Deus tem medo do pobre, que ele se transformem em cobras, depois da ajuda se transforme, se assoberbe. Tenho visto pobres se transformarem em cobras. Mais agora vou falar pouco de São Paulo antigo: São Paulo dos Bondes puxados por mulas, do lixo coletado em Carroções puxados por mulas, sem as Marginais, sem a Radial, sem o Metro. sem Rodovia dos Trabalhadores, que depois alguns espertos mudaram o nome para Rodovia Airton Sena. Podia ter guardado o nome para por em uma coisa maios, para por em um Museu, em uma Universidade Publica. em um Grande Parque em fim. Em uma grande solução para as enchentes de São Paulo, o fato é que foi uma coisa horrível, desomenagear o trabalhador tirando o seu nome da Rodovia, trocando, acho que o próprio Airton Senna não ia se sentir confortável. Acho não tenho certeza. A falta de reconhecimento pelo trabalho, pelo trabalhador não só de São Paulo, também em todo Brasil, no mundo. Moro no Tatuapé hoje, bairro muito bom fico aqui no meu Atelier Sim por quer depois de ter trabalhado duro em Metalúrgicas, ter sido Soldador Elétrico por quase 20 anos.
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Ter soldado Itaipu Ilha Solteira, Xingo, Porto de Tubarão, Petrobras, me aposentei fui ser Funcionário Publico depois fui ser Artista, fui ser Poeta, fui ser Escritor. de Arte, fico viajando, pensando nesse Bairro ha coisa de cem anos, criadores de pequenos animais, e pomares com plantações de laranjas e pêssegos e outras frutas. Mais afastado tinha a penha bem mais afastado. Do outro lado do do Rio ja existia a Vila Maria. era um grande vale sujeito a grandes alagamentos, cheio de pequenas chácaras e sítios de pequenos proprietários já com a Ferrovia, mais cheio de chácaras e pomares, e pequenas propriedades para criações de cavalos e mulas, porcos e galinhas e outros pequenos animais que eram vendidos para o meio de transportes de pessoas e cargas. O Tiete passando lentamente com suas aguas tão limpa correndo sentido contrario como um rebelde se afastando do mar e indo em busca de outro rio para se juntar e assim formar a grande bacia do Prata na Argentina, depois de junto com o Rio Iguaçu descer formar as sete quedas, e antes a Grande Foz do Iguaçu. Depois seria construído a Grande Hidroelétrica de Itaipu nos anos 80. O maior Lago do Mundo. Euflavio Gois esse é o meu nome. Fui um dos Soldadores da equipe que trabalhou soldando Itaipu. Tenho grande orgulho de ter feito parte. ''O meu Tipo era o 34''. Vi com revolta, ser revogada uma singela homenagem ao trabalhador ''Rodovia dos Trabalhadores'' para Rodovia Airton Senna. tão legitima, para homenagear um homem só, e ninguém se manifestou, ninguém falou nada. pois eu me manifesto, e protesto. Eu sou um felizardo, assistir a chegada do homem a Lua, a chegada do liquidificado, da maquina de lavar roupas, da enceradeira elétrica, do ferro de passar roupas elétrico do telefone celular, do aparelho de radio portátil, do aparelho de tv, do microonda etc.
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Trecho da Musica Chão de Estrelas.
Silvio Caldas.
A minha vida era um palco iluminado
Eu vivia vestido de dourado
Palhaço das perdidas ilusões
Cheio dos risos falsos e da alegria
Andei cantando as minhas fantasias
Entre as palmas feliz do coração.
As portas do barraco era sem trinco
Mais a Lua furando nosso zinco
Salpicava de Estrela o nosso chão...
Da musica ''Chão de Estrelas ''
De Silvio Caldas.
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Estradas Reais Livro Revista.
APRESENTAÇÃO.
Esse livro terá uma tiragem Especial com encadernação
de Luxo, vem com três coras de papel vem com Capa Dura.
Tiragem de 60 Livros inicialmente.
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Conto A Lenda do Nego D'agua
Caio Miguel e Thiago meninos filhos de ricos da nossa Cidade, meninos bem nascidos de família de Pioneiros, Netos de Senhores de Engenho da Bahia, viviam pra lá e pra ca ente a Escola e o Palacete a onde moravam exibindo boas roupas de bons panos e sapatos Colegiais comprados na Bahia e nois? meninos veio, mal criados. Eu sou Bisneto de Marques, eu disse: quem perguntou? eu lhe disse, os moleques invermelhou-se eu mais o Quinda sorrimos que nois não ia levar esse desaforo pra casa, não ia. Nóis morava na parte pobre da cidade, na Rua do cemitério, de vez em quando uma enchente deixava nóis dentro d'agua eles não, moravam Eles na parte Rica. Vivia-mos matando cachorro a grito e passarinhos de estilingue tipo de arma de matar passarinhos eram-os craques nisso dai, Quinda tinha doze anos eu tinha treze, era-mos afoitos qui nem o cão, mais só vivia-mos batendo na travekkkk. Tínhamos que matar passarinhos, pescando piabinha e beré para poder comer. Nossos não sabíamos direito o que fazei, sabia mais não sabia muito, meu pai era carpina mais nunca tinha trabalho, vivia assobiando no vento, acho que era até Jagunço dos fazendeiros como muitos lá, outro viviam tocando jegue carregado de pedra ou arei para as poucas construções da cidade. Éramos do tipo ''Capitães de Areia'' Quinda moleque da porra aprendeu se encantar: Virava toco, virava pedra sei lá o que, quando eu via ele sumia na minha frente. Agente vivia na beira do Almada, vivia no mato comendo goiaba, abil, comendo jaca. esquecia de ir pra casa comer muitas vezes. Éramos filhos do Almada. Aqueles meninos ricos gostavam de nós, das nossas histórias eles ficavam de olhos brilhado até. Não tínhamos medo de nada, nois era como Romãozinho, Can cão de Fogo, Malazarte. o Quinda sumia se izalava no ar. como um cheiro ou um fedor.
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Aqueles meninos rico trazia merenda pra nois, nos dava maçã. agente comia, quem andava matando cachorro a grito? era nois, então pronto! vivia assustado com noticias ruim. Hum dia cismemos de seguir os Nego d'agua do Rio, se escondemos onde eles apareciam nas pedras, para mergulhar atraz deles quando eles fossem pro o fundo do Rio. saímos de casa cedo tudo planejado. Quinda pegou oa apetrechos de caça dele eu peguei os meus, penduramos em nois estilingue, saco de balas de pedras. Quinda me ensinou a virar peixe. Aqueles meninos Ricos pra nois eles eram anjos, agente ensinava eles se defender dos meninos veiokkkk. Em fim os nego d'agua pularam n'agua pulamos atraz sem eles ver, descemos nos seus encalços, descemos viramos peixes e descemos até chegar no fundo, não perdemos eles de vista. Agente se desviava do caminho da Escola pra ir brincar no Rio, nadar fumar cigarro de fumo pegado do pai ou da mãe para fuma, agente fumava brincava, brigava, batia, apanhava, quando apanha dizia que tinha empatado, brincava de cinema, montava cenas de filmes, montava cena de circo, de malabarismo com musica de circo e tudo. Sim no fundo do Rio seguimos os meninos nego d'agua pra ver onde eles entravam, ainda estávamos peixes. O Quinda era um peixe alegre, brincalhão digo um menino risadinha, aprendi muita coisa com ele, a mãe dele sabia ler e escrever ao contrario das mães da maioria de nós. A mãe do Quinda falava de vários assuntos acadêmicos, estava mais pra ser uma professora do que pra ser uma enroladeira de charuto de quinta. As aguas na correnteza era veloz, agente não podia descuidar. Quando eu estava me sentindo um peixe tivemos que desvira, viremos gente outra vez. No nosso mundo agente tinha que brigar na rua, se apanhasse ficava desmoralizado, mais podia se recuperar, mais tinha que ser no campo de batalha, brigando na porrada. quinda e eu tinha fama de valentões, era. Voltando lá no fundo do rio, estávamos seguindo os meninos do fundo do rio, não perdia eles de vista. Os dois meninos ricos tinham ficado nossos amigo e estavam sabendo da nossa história no fundo do rio, sabia que nós virava peixes, que nós virava pedra, se encantava, sabia tudo, eu estava esquecendo de falar o apelido do Quinda e também meu: o Quinda era ''Quinda come Cobra,'' e meu era ''Coração de Borboleta'' pois é! Piscamos o olho e estávamos em frente o Portal da cidade deles tinha Arte espalhada por todo canto, eu não gostava do meu apelido, parecia coisa de boiola, o Quinda come cobra estava feliz com o dele. na cidade de Negrezia que era o nome da cidade conhecemos o Negro Rei. que governava Negrezia. ele foi muito gentil com a gente, na verdade já nos conhecia de vista, tinha nos visto nadando no Rio quando ainda não era Rei. Nos mostrou a Cidade, com suas Ruas de calçamentos de Cristal, muita coisa de ouro e prata, muitas coisas de latão e bronze, os nomes das Ruas eram escrito em ouro, ou em prata, com fundo em latão ou cobre. Me chamaram atenção o tamanho dos bichos, as Borboletas Gigantes davam voos rasantes parece que pra nos assustar, conseguiram estávamos muito assustados, muitas mulheres bonitas, fizeram uma grande festa para nós apesar de assustados estávamos muito alegre com eles, ficamos com medo de nunca mais poder volta pra casa, sabia de alguns caso de meninos que desapareceram e nunca mais voltaram. A cidade deles era de longe muito mais bonita do que a nossa, ficamos boquiaberta com tanta beleza. Os bichos, as plantas eram diferente as Ruas eram calçadas com mármore e cristal, a iluminação a noite era muito linda, não era eletricidade, era luz Estrelar, O governador nos deu as chaves da Cidade, Coração de Borboleta era branco, já o Quinde era bisneto de escravisados, sua mãe uma negra apesar da idade era muito bonita, era mãe de nove filhos, linda sabia ler e escrever dominava a gramatica, e a matemática, adorava a literatura de Cordel. Na cidade do fundo do Rio Almada fizeram uma grande festa para nós com um grande Sarau, vimos o melhor da musica dele o Quinda Come Cobra recitou um Poema meu foi um grande sucesso. O Rei de la nos deu de presente Ouro e Prata. Comemos as melhores comida, bebemos as melhores bebida. Ficamos encantados com os bichos de lá Papagaios Gigantes, Elefantes pequeninos, Borboletas Gigantes servia de transportes, muito coloridas, tinham obras de Arte de vários Artistas conhecido e não, pareciam Asas Deltas, pareciam. As formigas eram domesticadas e muito grandes, medias dois metros de altura, eram usadas para carregar cargas de um canto pra outra, e serviam de montaria também. mais as horas também eram longas ele tinham um calendário próprio. Eu já estava preocupado com a minha mãe. Quinda vambora já esta tarde, vamos nos encantar e vamos embora,
Como os dois meninos ricos se tornaram nossas amigo, primeiro eles eram ricos mais não eram otários, eles cumprimentavam agente eu e o Quinda um
belo dia o Quinda encontrou uns quatro moleque enquadrando dito cujos o Quinda
que não é flor que se cheire partiu pra cima dos moleque que estão correndo até
agora. Os meninos ficaram nossos amigos, aquela coisa que nem esta sendo mais
usada hoje em dia chamada gratidão, da até vontade de chorar.
O Quinda Come Cobra ninguém sabe de onde veio, um menino daquele,
menino alegre, ligeiro, Cancão de Fogo, Malazarte perde pra ele. a ideia de fugir não virou,
saiu das nossas cabeçonas kkk. Quinda comprava fumo de rolo pra fazer cigarro pra
fumar escondido, ele que me chamou para ser seu amigo, menino risonho, brincalhão,
esperto, não gostamos de amigos abestalhados. Dali pra frente ficomos amigos, os
melhores amigos, respeitados pe la malandragem locais. Todo dia o Quinda me chegava
o que tinha ouvido sua mãe falando pra vizinha, o mundo não verá o ano dois mil
chegar, e vai acabar por fogo dizia ela : estão pondo fogo no mundo ele dizia da outra
vez foi por agua lembra da história da Arca de Noel? ela dizia, de tanto ver criancinhas
morrendo afogadas ele se compadeceu e disse não vai ser mais por agua, não vai ser. A Mãe de Jesus.
O Quinda fez aquela amizade com os meninos ricos e me disse vamos levar!
Eu concordei, e disse vamos fazer uma reunião todos nóis para resolver o dia da partida.
Esses meninos nos dava maçã e aburgue coisa que nunca nois tinha comido, nos
pegou pelo estomago foi.
O Quinda era um sujeito magrinho, acho que passava até fome meu amigo.
Ele nos falou na reunião: no fundo do Rio Almada tem uma linda cidade de
de ouro e de cristal de milhões de anos. onde mora os Negros D'agua. eles nos visita, eu
já falei com eles meus amigos.
resumindo: os meninos ricos vão com agente. eles vão se salvar juntos com
agente, seus pais vão nos agradecer por ter trazido eles, viraremos peixe. Por essa causa para essa a grande viagem das nossas vidas, o Quinda tema formula para virar-mos peixes, falava que os seus ancestrais lhe ensinou, ele virava qualquer coisa
Sim meu amigo, vamos nos encantar virar peixe para poder subir, já sabemos o caminho já temos mil amigos por aqui, agora vamos embora, vamos inventar uma boa história para contar, para poder não apanhar.
APRESENTAÇÃO DO MEU NOVO LIVRO:
TITULO:
ESTRADAS REAIS.
Nesse Livro eu trago muitos aspetos, cenas assistidas por mim ao longo da minha vida, falo de pessoas admiradas por mim numa visão particular.
Falo de acontecimentos importantes e seu protagonista, tudo isso ilustrado com Poesias e fotos são mais ou menos 162 Pag de fatos do cotidiano do povo trabalhador. Um pouco da história desse pais.
Minha. Maior Obra: A Construção da Usina de Itaipu.
Um Realce sobre as Estradas Reais pelo Brasil de Don PedroII a todos os brasileiros. Cortavam de Norte a Sul de Leste a Oeste.
PG.S/N