quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Congelamento de Tempo.



Estou vendo Coaraci 1952 '' me corrijam se eu tiver enganado quanto o ano,'' município de Ilhéus BA, Uma Coaraci muito rica, muita produção de cacau, o seus lideres só falavam em emancipação tinha lá um serviço de alto-falante que fazia as propagadas do comércio local, tocava musica, as 18;00 hs tocava a Ave Maria, no dia a dia, fazia a distração de uns ou aborrecimentos de outros. Esse serviço de alto-falante, com o seu proprietário anunciando que Coaraci já podia caminha sozinho não precisava mais de Ilhéus, de tanto vai e vem e discussões com os que eram contra a emancipação. Coaraci ficaria emancipado por decreto do Governador Dr Régis Pacheco, no dia 12 de Dezembro de 1952. A festa foi grande para os coaraciênçes, as Escolas desfilaria, com desfilaram, a Professora Irene Fita preparou o desfile de sua escola muito bem, Eu com 9 anos de idade, era o titular, ia sai batendo uma caixa repique, na frente de todos, a prof mandou uma listra do que eu ia precisar: calça branca, camiseta gola olímpica, tênis Ires branco e só os cabelos tinha que está bem cortado, sim porque naquele tempo quem cortava os cabelos da gente era nossa mãe, era muito caminho de rato, e não podia. Tudo preparado e ensaiado, chegou o grande dia. O primeiro a chegar foi o Sol, depois foram chegando as escolas, A Professora Irene Fita , nada podia dar errado e não deu. O desfile das Escolas, não de Samba, foi um sucesso, eu todo de branco com minha caixa, um orgulho pra minha mãe, meu pai não ligava pra essas coisas. Eu cabeça muito grande, todos falavam: esse menino é muito inteligente, olha o tamanho da cabeça do menino?  coisa que compromete muito agente, que tem que ser inteligente, mesmo não sendo. Um chorão é o que eu era com 9 anos. Hoje eu me lembro disso e dou um sorrisinho de felicidade, por está aqui contando isso. No meu coração tenho um lugar pra minhas três professoras queridas. Professora Carmem Dias por ter sido a primeira, está viva e bem forte, Professora Ilda Rocha a segunda, e professora Irene Fita. por ser tão querida e ter me escolhido pra tocar a caixa de guerra na sua escola, naquele desfile tão importante na minha vida, na vida de minha mãe e na história da minha cidade querida. Coaraci espero que alguém tenha fotografias desse evento. Eu escolhido a dedo pela professora Iren pra ser musico da pequena e barulhenta fanfarra da nossa escola, mais pra aquela festa ficou grande, com a união dos músicos das outras escolas, tinha até corneteiro, que lindo, que saudade. É como disse Bechior em uma de suas musicas: Tudo é Tão Lindoooo!!!! Tudo é Maravilhousoooooo!!!!!


                            FIM 

TEXTO SEM REVISÃO.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

''AUTO RETRATO'' de Euflavio Gois. 2010 SP.

Madeira de lei. Coração de Negro. Auto retrato de Euflavio Gois feito em 2010 euflaviomadeirart. em São Paulo Brasil.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Titulo:'''Inveja Azul''

Quem sou?                                                                  
O que fiz?
Não sou nada.
Não sei nada.
Não fiz nada.
Tenho inveja de quem pinta.
Não pintei não sei pintar.
Tenho inveja de quem canta.
Não cantei não sei cantar.
Tenho inveja de quem toca.
Não toquei não sei tocar.

Tenho inveja dos passarinhos!
Eles voam, eles voam!
E eu? e eu? grudado aqui no chão.
Quase uma pedra...
Há se eu voasse.
Saria lindo, lindo!
Falando,Sorrindo, chorando,
amando e voando, voando,

Há se eu voasse.
Quantos vagalumes eu pegaria!
Quantas nuvens eu pegaria!
Quantas estrelas eu pegaria!
No frio eu voava para perto do Sol.
No calor eu voltava para casa...
E dormia, dormia, dormiiiaaaa.
A noite descansa o Sol.

Autor: Euflavio Gois.
São Paulo. 2010 Brasil.

FIM

Auto Retrato.

PEDAÇO DE TRONCO DE  JAQUERA
 

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

''A ENCHENTE''

Na minha pequena cidade agente amava tudo que a vista da gente alcançava, as serras em volta, o pé  de jaca no alto da veia Mar ia, o grande pé de Tanboríl  também no alto da veia Maria, o nosso maior patrimônio: O Rio Almada,, a ponte sobre o rio almada que nos levava do lado pobre da cidade para o lado rico, o campo de futebol, as roças de cacau em volta da cidade em fim o céu cheinho de estrelas, todas que se pode ver a olho nu, as pessoas sem pressa andando pra la e pra car lembro até dos loucos da cidade, aqueles seres humanos que pensam que os loucos somos nois, eu penso.
1958.  Eu com 15 anos de idade, e  sofrendo mais uma transformação na minha vida entrando na adolescência, mais naquele tempo não era usado esse termo, tava já tinha aprendido a torcer pra futebol, era vascaíno, sou vascaíno, no rádio já estavam falando na copa do mundo, ouvíamos muitas noticias, todas no'' Reporte Esso'' na voz marcante do grande Heron Domingues, e aquele musica de entrada extraordinária que ainda está bem viva na minha mente, falava  já da copa do mundo na Suécia. Em fim veio o primeiro jogo, o segundo nesse meio aparece Pele bom de bola pra danado,e o nosso time vai  crescendo  no torneio ai vem a final e pronto Brasil campeão do mundo. Depois de tudo, Brasil campeão. Num belo dia aparece lá na cidade, nada mais nada menos do que Didi, 'ai foi demais pra quela pequena cidade de um pouco mais de 12.000 habitantes. Um campeão do mundo ali em carne e osso na nossa frente, ele ficou um fim de semana com agente, foi em festinha, e tome perguntas dos curiosos, e nois em cima marcação homem a homem como se diz na gíria de futebol, lembro que perguntaram a ele qual foi o jogo mais difícil que o Brasil enfrentou? ele respondeu; Pais de Gales, foi o jogo mais difícil pra nois. Eu com 15 anos de idade não perdia uma palavra do Didi naquela semana teve em Coaraci a maior  enchente que eu já tinha visto na rio Almada, e la vem Didi ajudando a salvar as coisas das pessoas, carregando moveis nas costas, numa atitude muito bonita, foi pra nois um grande privilegio te-lo ali, O Rio voltou ao seu leito normal mais deixou o seu estrago uma loja explodio, mais não morreu ninguém. A ditadura foi muito cruel com os loucos da cidade principalmente aqueles que são políticos que gostam de criticar os poderosos, certa vez passou por lá um caminhão já com alguns na carroceria, recolhendo os loucos da cidade, e  levou o mendengue que era um inofencivel, e nunca mais ninguém soube dele. Eu podia falar mais, mais nessa época eu não estava mais lá. Com relação a ditadura Militar eu sempre tive uma opinião: Foi um mal necessário, ou isso ou agente ia ser comandado por Cuba. Cuba seria a potencia  Comunista no Hemisfério Sul. Voltamos a Coaraci dos anos 50 falar dos velhos daquela epoca.Ss Pedro Procopio, Pedro Rocha, Veio Zezé matador de carneiro, João Ferreiro, d. Mariquinha Cadonblezeira, Mestre Cazuza, Sr.Jaquera, Miguel Galias, Sr Tiano, Zeze Menez, Zé Dunda, Antonio Fateiro,Seu Girú, Clovis da Farmacia, Professora Sinhazinha, Professora Perpetua, Hpito. Certa vez meu pai saiu com seu zezé, Veiu Zezé como todos o chamavam era matador de carneiros. Hum  homem de mais de setenta anos tinha conseguido pular de um seculo pra outro, e  ainda ganhava a vida matando carneiros pra vender nas ruas e feira. Compra carneiro nas fazendas da região, depois matavam e vendia a carne. Depois andarem por mais de tres dias sem compra nada, chegara numa fazenda ainda cedo, chamaram na cancela, oh de casa! saiu um rapaz na sacada, e pedio pra eles entra, eles entraram o rapaz falou, o que desejam? eles falaram, o senhor não tem nenhuma cabeça de carneiro pra vender pra nois? o homem respondeu, cabeça eu não tenho não. Eu tenho ai uns carneiros todo, mais não está a venda. O seu zezé insistio, pelo menos uns dois pra gente não voltar limpo pra casa! o home falou; bem se o problema é esse, o sr pode se enrolar nessas merdas de boi ai, que o sr volta sujo. Os dois saíram dali injuriados, esbravejantes e voltaram pra casa limpos. Depois que saíram dali meu pai deu boas risadas, segundo ele .


               FIM

Texto sem revisão.
De Euflavio Madeirart.
Euflavio G. Lima.
















1


texto incompleto.''

sem titulo.


Praia existe é em Itacaré-BA linda e carpetada
Foto de Euflavio Gois. 2010..